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Publicado em 08/10/2020

Outubro marca aniversário do historiador barbarense Antonio Bruno de Oliveira




Antonio Bruno de Oliveira. Reprodução do Livro Santa Bárbara Edição Histórica. 1974.

Outubro é o mês de aniversário de Antonio Bruno de Oliveira, o um dos historiadores mais importantes de Santa Bárbara d'Oeste. Seu trabalho de pesquisa, coleta de fontes e publicação de seus artigos ocorreram mais intensamente entre os anos de 1940 e final dos anos de 1960. Para apresentar esse personagem tão importante da história barbarense os assistentes de documentação do Centro de documentação Histórica – CEDOC da Fundação Romi, José Fernando Fonseca de Rezende e Wander Luís de Oliveira, realizaram um levantamento de fontes para publicar na área temática do site do CEDOC da Fundação Romi a história de Antonio Bruno de Oliveira, que frequentemente assinava seus artigos como ABO.

Segundo os pesquisadores, Antônio Bruno nasceu no dia 2 de outubro de 1908, em Santa Bárbara d'Oeste e seus pais eram o barbarense José Vicente de Oliveira e a italiana Pasqualina Restani. Estudou no Grupo Escolar José Gabriel de Oliveira e esteve à frente da batalha durante a Revolução Constitucionalista de 1932, junto de outros barbarenses que também se alistaram.
De acordo com o que se escreveu até o presente momento sobre a vida de Antonio Bruno de Oliveira, sabe-se que viveu em Santa Bárbara até quando, “homem feito”, decidiu-se mudar para a capital do Estado para exercer o ofício de marceneiro. “Os que o conheceram contam que, desde cedo, já demonstrava grande curiosidade e apetite para a pesquisa. Por diversas vezes, manifestou em artigos publicados nos jornais barbarenses, sua preocupação com a história da cidade, e tomou providencias para que fosse resgatada. Alguns desses artigos foram recuperados durante a pesquisa e podem ser acessados no site”, explica a coordenadora do CEDOC da Fundação Romi Sandra Edilene de Souza Barboza.

Extremamente dedicado, o historiador fez visitas à Cúria paulistana, aos arquivos do bispado de Piracicaba e de Santos, dentre outros lugares, e por meio desse esforço, foi capaz de traçar uma genealogia inédita da fundadora de Santa Bárbara d'Oeste, Margarida da Graça Martins. Ele foi um dos incentivadores para trazer os restos mortais de Dona Margarida da Graça Martins do cemitério da Consolação em São Paulo para o mausoléu inaugurado em sua homenagem na Praça Central, no dia 4 de dezembro de 1967.

Em 26 de dezembro de 1967, Antonio Bruno faleceu deixando viúva Elvira Leonor de Almeida. Seu legado para a história barbarense não deixou de ser reconhecido na época, tendo sido homenageado nos jornais em artigos de destaque. Parte do seu trabalho de pesquisa compõe as informações encontradas no livro Santa Bárbara Edição Histórica.
Em 4 de dezembro de 1974, os restos mortais de Antonio Bruno foram trazidos para Santa Bárbara d'Oeste, e enterrados em um jazigo em sua homenagem, no Cemitério Campo da Ressurreição. A cerimônia organizada pelo Lions Club e Prefeitura, contou com a presença dos escoteiros, Guarda Municipal e Corporação Musical de Santa Bárbara d’Oeste.

No epitáfio de seu túmulo localizado no Cemitério Campo da Ressurreição está escrito: “ À Antonio Bruno de Oliveira: Que muito amou esta terra, perpetuando-a como seu historiador, homenagem da gente barbarense”.

Acesse essa história no link para conferir a biografia completa e alguns artigos escritos por Antonio Bruno de Oliveira clicando aqui.

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