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Publicado em 03/03/2021

Equipe técnica do CEDOC da Fundação Romi realiza higienização dos negativos de flexíveis



O Centro de Documentação Histórica - CEDOC da Fundação Romi está executando, desde dezembro de 2019, o projeto “Imagens Reveladas. Tesouros Escondidos” que até o encerramento, previsto para agosto de 2021, realizará o processamento técnico de 1.500 negativos da coleção do fotográfico Augusto Strazdin (1900-1986), pertencentes ao acervo do CEDOC.

Em outubro de 2020, a equipe técnica do CEDOC terminou o trabalho de higienização, acondicionamento e digitalização de 498 chapas de vidro que já foram também catalogas e estão disponíveis para pesquisa no banco de dados do CEDOC cdoc.fundacaoromi.org.br. Em novembro do ano passado teve início o trabalho de higienização dos negativos flexíveis de suporte plástico e, mais de 1.000 chapas já se encontram higienizadas, acondicionadas e armazenadas na Reserva Técnica.

Os suportes plásticos flexíveis para a confecção de negativos em preto e branco e em cores, utilizados na produção fotográfica, foram confeccionados, num primeiro momento, em nitrato de celulose, passando por acetatos de celulose e atualmente em triacetato de celulose e poliéster.
Para o trabalho de HIGIENIZAÇÃO é preciso que o profissional utilize avental, luvas, óculos de proteção e touca. A higienização é realizada negativo a negativo. “A técnica que utilizamos é na face com a emulsão a higienização apenas com soprador e na superfície a limpeza com um lenço não abrasivo específico para a limpeza desse tipo de material. Depois de higienizados os negativos são digitalizados e acondicionados verticalmente em envelope com formato de cruz, depois em um envelope com forma de luva, e depois em mais duas outras caixas. Lembrando que esses papéis que constituem os invólucros, onde ficam os documentos, são confeccionados em papel com qualidade arquivística, isto é, papel permanente/durável livre de qualquer impureza, quimicamente estável”, explica a coordenadora do CEDOC da Fundação Romi Sandra Edilene de Souza Barboza. “A digitalização dos negativos foi realizada com um scanner comprado para a execução desse projeto que possibilita transformar a imagem negativa em positiva”, complementa.

Esse trabalho tão cheio de detalhes e especificações técnicas é realizado porque o Centro de Documentação Histórica da Fundação Romi tem o compromisso com a preservação da história de Santa Bárbara d’Oeste. Esse projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, por meio da Secretaria Especial da Cultura, e com o patrocínio da Indústrias Romi, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

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