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Publicado em 27/05/2020

Mês de maio marca a inauguração da energia elétrica no município


Rua Floriano Peixoto, esquina com a XV de novembro em 1906, mostra à esquerda, o lampião a querosene que iluminava a cidade nessa época

Em 03 de maio de 2020, Santa Bárbara d’Oeste completou 105 anos da inauguração da energia elétrica no município. A equipe do Centro de Documentação Histórica – CEDOC da Fundação Romi fez um levantamento de fontes sobre esse assunto que ajuda na aproximação da cidade nessa época. Há uma parte no site do CEDOC, em Pesquisa Temática, com todo material sobre esta importante conquista para cidade.

A iluminação noturna ou em ambientes escuros, em Santa Bárbara d’Oeste, em meados de 1880, só era possível com a utilização de velas, tochas, candeias ou outros meios alimentados por óleo ou mesmo madeira. Somente em 1881, aparece a primeira referência nas atas da Câmara Municipal, de um pedido dos habitantes de Santa Bárbara, oferecendo-se a colocar à própria custa os lampiões nas esquinas das ruas, devendo a Câmara somente sustentar esse serviço, fornecendo querosene e o funcionário.

Em novembro de 1881, a Câmara Municipal contrata José de Toledo e Silva Salles, para zelar, acender e apagar os lampiões das ruas. A Câmara também solicita que Joaquim Antônio construa uma escada a ser utilizada para acender os lampiões, e compra uma lata de querosene para os lampiões da iluminação pública. “No final do século XIX, identificamos nas atas da Câmara de Santa Bárbara e nos jornais da época, as primeiras discussões a respeito do fornecimento de energia elétrica para a cidade”, conta a coordenadora do CEDOC Sandra Edilene de Souza Barboza.
Em 23 de fevereiro de 1895, os vereadores solicitam a vinda de um engenheiro para proceder um estudo sobre a iluminação elétrica na Vila. Em 24 de junho de 1900, o jornal O Barbarense, publicou uma matéria referindo-se à instalação da luz elétrica na cidade. Na primeira década do século XX, há registro de Carlos Matheus requerendo o privilégio do fornecimento da iluminação pública (Ata de 17 de julho de 1906). A comissão de obras públicas e finanças aprova em 6 de agosto de 1906, o pedido que é publicado em forma de Lei nº58. “Não encontramos referências sobre o porquê que o serviço de energia elétrica não foi implementado como previa a Lei de 1906, e ainda nesse período, a iluminação pública de Santa Bárbara era a querosene”, explica Sandra.

No ano de 1913, o Prefeito Municipal Peregrino de Oliveira Lino abre concorrência para o fornecimento de iluminação elétrica, pública, particular e energia elétrica para uso industrial na cidade. No mesmo ano o Prefeito Municipal Peregrino de Oliveira Lino, promulga a Lei nº88 concedendo a Rawlinson Muller & Cia, o privilégio para o fornecimento de energia elétrica em todas as suas aplicações, e especificamente para os serviços de iluminação pública e particular, motores fixos e tração, no munícipio de Santa Bárbara, pelo prazo de vinte anos.
Dois anos depois, a cidade não tinha instalado o serviço de energia elétrica e o Prefeito José Gabriel de Oliveira, promulga a Lei nº95, concedendo a Rawlinson Muller & Cia, um novo prazo para a execução do serviço. Finalmente, em 03 de maio de 1915, inaugurou-se o serviço de energia elétrica.

No site www.fundacaoromi.org.br/cedoc, na área PESQUISA TEMÁTICA, há a história da A ILUMINAÇÃO EM SANTA BÁRBARA D’OESTE, com todos os documentos que são fontes desta parte importante da história de santa Bárbara d’Oeste.

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