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'Festa Junina' do Núcleo de Educação Integrada acontece no dia 29 de Junho, com brincadeiras, jogos, comidas típicas e uma incrível encenação teatral




No último sábado de junho, dia em que a Fundação Romi comemora seu aniversário de 62 anos, o Núcleo de Educação Integrada realiza mais uma edição de seu “Arraiá do NEI”. Além do espetáculo, “O caminho das águas”, todo o ambiente da escola estará tipicamente decorado. Com promoção da Brasil Eventos, são mais de 20 barracas de bebidas e comidas, espaço infantil, jogos e uma fazendinha com bois, pôneis, cabritos, galinhas e muito mais. O “Arraiá do NEI” inicia às 10h, no sábado, 29 de junho. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos, a partir de 17 de junho, diretamente, na Secretaria da escola, até às 17h do dia 28 ou enquanto durarem – o número de ingressos é limitada.

“Este ano ampliamos nossa festa, tal qual nossa escola. Todas as idades e toda a família vai poder aproveitar nosso evento. Iniciaremos o festejo, com a praça de alimentação, fazendinha e brinquedos, às 10h; às 11h, acontece a primeira encenação com as crianças da Educação Infantil. Já às 14h, chegam os pequenos do Fundamental I. Às 16h, o Professor de Música, Eduardo Lustosa, comanda um grupo especial do 'Coral do NEI' e apresenta o espetáculo 'NEI canta Luiz Gonzaga'. A partir das 17h quem assume o palco são os alunos do Fundamental II e Médio”, fala Ericka Vitta, Diretora do Núcleo de Educação Integrada da Fundação Romi.



“'Rio de vida e de esperança, sangue da terra, riqueza de todas as criaturas, nem mesmo os cactos sobrevivem sem sua benção, nem mesmo o mais amargo e seco dos homens sobrevive sem tuas gotas. Rio que nunca esquecerei. Houve um dia em que as águas me fizeram conhecer Chico. Foi num dia de sol brilhoso e estufado que começou a minha história de amor. Meu nome é Canô, sou canoeira. E Chico... Chico é um rio, rio São Francisco. E nossa história se deu no caminho das águas.', assim começa a peça 'O caminho das águas'”, conta Denis G Ferreira Espanhol, professor de Expressão Corporal do NEI e autor do texto teatral.

Já é uma tradição que a festa junina do NEI promova um espetáculo teatral permeado de emoção, vivências, danças e música. Nesta edição, Canô, a ribeirinha que almeja conhecer o mar, e Chico, o rio São Francisco que nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, e atravessa os estados da Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, serão os protagonistas da saga. Ao longo dessa sua aventura, Canô e Chico percorrerão o caminho das águas, deparar-se-ão com uma série de personagens – índios, fauna, flora, latifundiários e grandes corporações – e vivenciarão as mudanças do meio-ambiente (da mata úmida à seca), os impactos (positivos e negativos) de cada interferência do homem, até concretizarem seus destinos.



Com Direção Geral de Marcia Cristina Reis de Araujo, Professora de Expressão Corporal do Núcleo de Educação Integrada, o espetáculo será encenado em quatro atos: o 1º ato, Rio Bonito, trará as crianças da Educação Infantil e do 1º no do Ensino Fundamental I; o 2º ato, Homens de Posse, coloca em cena as crianças do Ensino Fundamental I, do 2º ao 5º ano; no 3º ato, Pede Chuva, que ocupa o palco são os adolescentes do Ensino Fundamental II; e, por fim, 4º ato, Beira Mar, encerra a peça com os adolescentes e jovens do Fundamental II e Ensino Médio.

A professora Marcia conta que a peça é fruto das inquietações trazidas pelas próprias crianças, adolescentes e jovens durante os desafios trabalhados no primeiro semestre, cuja agenda 2030 tem sido o tema gerador. “A música 'Sobradinho' de Sá e Guarabyra, a mostra do artista plástico mineiro, Leo Santana, o livro 'Um Dia, Um Rio', de Leo Cunha, acontecimentos como Brumadinho e Mariana, clássicos da literatura como 'Morte e Vida Severina' e 'Vidas Secas, são alguns dos 'lampejos criativos' que, somados a uma série de outras fontes, formaram o arcabouço dessa peça”, pontua. “Mas qual é a relação com o arraiá? A festa junina é fruto do sincretismo de uma série de celebrações ligadas ao solstício, à colheita, à agricultura, com cantos, danças e comidas. Os índios que habitavam o Brasil antes da chegada dos portugueses já realizavam importantes rituais durante o mês de junho. Com o tempo, aqui no Brasil, essas comemorações incorporaram também a vida caipira, refletindo a organização da sociedade brasileira até meados do século 20, quando 70% da população vivia no campo. Essa miscelânea cultural faz da 'festa junina' algo ímpar. A harmonia do ser humano, com o outro e o meio está no cerne da festa”, explica.



“Outro importante ponto desta edição do 'Arraia do NEI' é que nosso ginásio poliesportivo e cultural já está concluído – ele será parte do ambiente do evento – e, contaremos também com um estacionamento fechado. Nossos professores, alunos, pais voluntários e toda a equipe escolar está trabalhando para promover um grande e familiar evento. Será incrível”, finaliza Ericka.

Serviço – O “Arraiá do NEI” inicia às 10h, no sábado, 29 de junho. Os ingressos e as timbalaias (tickets que substituem o dinheiro) podem ser adquiridos, antecipadamente, na Secretaria da escola, de 17 de junho até às 17h do dia 28 ou enquanto durarem – o número de ingressos é limitado e custa R$5,00, para compra antecipada, e R$10,00, na portaria do evento. O atendimento no Núcleo de Educação Integrada é sempre de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. Mais informações podem ser obtidas através do telefone 3499-1553, 1556 ou 1555. O Núcleo de Educação Integrada da Fundação Romi fica à Av. João Ometto, 118, Jd. Panambi em Santa Bárbara d'Oeste, SP.

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