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Mapas Conceituais agrupam e organizam os conteúdos aprendidos e apreendidos pelos adolescentes do Núcleo de Educação Integrada.




Na última sexta-feira, 29 de junho, o Núcleo de Educação Integrada encerrou o primeiro semestre do ano letivo de 2018. Após semanas de desafios centrados no tema “o homem, a medida de todas as coisas”, a garotada da escola curtiu o “Arraiá do NEI” e, neste momento, desfruta suas merecidas férias para recarregarem as baterias.

Mas, antes desta parada, os alunos, divididos em grupos, estruturaram seus respectivos mapas conceituais. Vocês sabem o que são “mapas conceituais”? São diagramas que materializam, de forma gráfica, um conjunto de ideias, conceitos e informações de modo organizado e esquematizado. O uso dos mapas, como instrumento de estudo e aprendizagem, ordena conteúdos e os hierarquiza, concatenando-os de modo a auxiliar a revisão e a compreensão daquilo que se estudou.

A utilização dos mapas conceituais como estratégia de aprendizagem, contempla os pressupostos que convergem para a constituição de uma formação voltada ao desenvolvimento de competências que visam o ato de relacionar os conhecimentos aprendidos e apreendidos de maneira significativa e interligada. Segundo a Diretora do Núcleo de Educação Integrada, Ericka Vitta, “o mapa conceitual favorece aos alunos a criação de uma atitude investigativa, pela análise sistêmica e integrada que estabelecem entre os conteúdos, teorias e práticas”. Ainda segundo a Diretora do NEI, “essa estratégia vem sendo utilizada de maneira viva e reflexiva possibilitando aos nossos alunos resignificar e integrar conceitos, reiterando a crença de que precisamos incorporar o conhecimento e não somente decorá-lo para fins avaliativos”.

Dentre as principais competências de aprendizagem com a construção de mapas conceituais que podem ser desenvolvidas, ganha destaque a capacidade de investigar e buscar informações, a habilidade de classificar e ordenar conceitos, o estabelecimento de relações entre conceitos e ideias, a utilização de ferramentas e recursos tecnológicos, a capacidade de construir conhecimento e a desenvoltura de aprender e apreender, “objetivos propostos para a formação de alunos autônomos e protagonistas”, complementa Ericka.

Os mapas conceituais se baseiam na Teoria da Assimilação de Ausubel e na Teoria da Aprendizagem de Novak, que discutem como as pessoas aprendem novas informações incorporando novos conhecimentos aos conhecimentos que já possuem. Joseph Novak afirma que "a aprendizagem significativa envolve a assimilação de novos conceitos e proposições em estruturas cognitivas existentes".

Concebido como uma ferramenta para organizar e representar o conhecimento, o mapeamento de conceitos ajuda a visualizar as relações entre vários conceitos e checar a compreensão de assuntos complexos. “Pensar e representar visualmente as relações entre as ideias cria conexões mentais que permitem uma melhor retenção do conhecimento”, pontua Ericka Vitta. Partindo desta definição, os alunos do Núcleo de Educação Integrada diagramaram seus modelos mentais interconectando áreas de conhecimento e desafios realizados aos conceitos aprendidos e práticas experienciadas – a resultante foi uma imensa revisão, ressignificação e afixação de novos conhecimentos.

Os processos de ensino e de aprendizagem se modificaram ao longo do tempo, em especial para atender as novas exigências contemporâneas do mundo moderno. Essa concepção do conhecimento e da aprendizagem conduz a repensar as formas de ensinar, com maior dinamismo, mobilizando da ação para a reflexão e a reflexão na ação. Assim, o processo de conectar ideias em um espaço tangível, por meio de mapas conceituais, solidifica o conhecimento, bem como, esclarece quais áreas precisam de um pouco mais de trabalho.



“O uso de mapas conceituais é muito comum na academia. A postura de implementá-lo no Ensino Básico do Núcleo de Educação Integrada, implica na reiteração de que a escola imprime uma mudança de paradigma pedagógico, no qual o educador do NEI transcende a ação de transmitir o conhecimento e o aluno não figura apenas como receptor passivo. Nesta dinâmica, o educador assume o papel de mediador, interventor e organizador de atividades e desafios, e considera o aluno como agente reflexivo, um construtor de conceitos que caminha, por meio de sua autonomia, em busca de compreender a multiplicidade de possibilidades para solucionar as problematizações disponíveis”, pondera Ericka.

Os mapas conceituais estão associados às metodologias ativas de aprendizagem, nas quais, alunos e educadores que estão aprendendo são participantes funcionais e não reprodutores ou receptores inertes de conhecimento. “Na metodologia cunhada pelo Núcleo de Educação Integrada, a criação de novos conhecimentos requer uma aprendizagem altamente significativa por meio de uma estrutura de conhecimento organizada e uma forte motivação para encontrar um novo significado. A distinção entre esta metodologia ativa e o aprendizado mecânico tradicional é um continuum e, a resultante disso, são crianças, adolescentes e jovens mais bem preparados para os desafios da vida”, finaliza Ericka Vitta.

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