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Alunos do Núcleo de Educação Integrada participam de escotismo com o Grupo Escoteiro Uirapuru




Os educadores do Núcleo de Educação Integrada, em parceria com o Grupo Escoteiro Uirapuru, realizam, no dia 07 de abril, “um dia de escoteiro” na sede da Fundação Romi. Escoteiros e estudantes participarão de atividades instigantes e sensoriais, típicas do universo do escotismo.

As vivências educativas, planejadas para o primeiro programa cultural de 2018 do Núcleo de Educação Integrada, têm como objetivo impactar positivamente todos os atores envolvidos. “Pretendemos oportunizar aos adolescentes do Núcleo de Educação Integrada a aprendizagem pela ação, ou seja, os jovens vão adquirir novos conhecimento, habilidades e valores, a partir das experiências que nós, escoteiros, vivenciamos por meio de nossas atividades e rotinas”, pontua Neuza Maria dos Santos Souza, Diretora Presidente do 48º Grupo Escoteiro Uirapuru.

A agenda dos alunos e escoteiros será bem ampla. As atividades terão inicio pela manhã, bem cedo, e encerramento no meio da noite, com o “fogo do conselho” – momento de finalização e reflexão do aprendizado vivenciado. Durante todo o dia, os alunos do NEI serão imersos no contexto da filosofia do escotismo, participando de atividades experienciais juntamente com os escoteiros.

Segundo a Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental II do Núcleo de Educação Integrada, Vanessa Juliato, “a presença dos escoteiros no NEI vêm de encontro ao objetivo da constante evolução de nossa escola, de uma escola transformadora, que oportuniza novos meios e conhecimentos, formando sujeitos competentes e abertos à busca. Através da aprendizagem pela ação e do trabalho em equipe, os jovens adquirem conhecimento, habilidades e valores a partir das experiências que vivem por meio das atividades que praticam”.

Para a Diretora do Núcleo de Educação Integrada, Ericka Vitta, envolver os alunos do NEI em atividades como esta, favorece e aprimora o desenvolvimento das competências socioemocionais como a partilha, a cooperação, a responsabilidade, o senso crítico, o trabalho em equipe dentre outras. Uma das saídas para reconectar o indivíduo ao mundo onde vive passa pelo desenvolvimento de tais competências. Nesse processo, tanto crianças como adultos aprendem a colocar em prática as melhores atitudes e habilidades para controlar emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar decisões de maneira responsável, entre outros.

“As competências socioemocionais são habilidades que você pode aprender; são habilidades que você pode praticar; e, são habilidades que você pode ensinar”, explica Anita Abed, consultora da UNESCO. Consideramos que essa vivência em parceria com o grupo de escoteiros Uirapuru enriquecerá a formação global dos nossos alunos por se aproximar muito dos estudos da teoria “Big Five”, de John e Srivastava – a qual estamos aprofundando nossos estudos aqui, no Núcleo de Educação Integrada. Esta teoria aponta cinco princípios para o seu desenvolvimento: abertura a novas experiências, consciência, extroversão, amabilidade e estabilidade emocional. Aprimorar nosso processo educativo qualificando nosso trabalho é meta constante em nossos planos”, conclui Ericka.

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