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Metodologia de ensino do Núcleo de Educação Integrada está, mais uma vez, em pauta nas grandes instituições de ensino.




Nesta sexta-feira, 2 de março, o Núcleo de Educação Integrada recebeu o corpo docente do SENAC Americana. Foram 57 profissionais de educação que visitaram a escola da Fundação Romi para conhecerem, de perto, como a metodologia inovadora da instituição vem em sendo aplicada e quais são seus resultados concretos.

“A tecnologia desenvolvida no Núcleo de Educação Integrada, em constante aprimoramento, dialoga com as mais modernas metodologias educacionais existente em todo o mundo: o elemento central no processo do aprendizado é o aluno. Para nós é uma grande satisfação recebermos em nossa instituição, organizações de renome, como foi a visita do Instituto Federal de São Paulo e agora a do SENAC Americana, que compreenderam que o ensino formatado, expositivo, apostilado, nos moldes jesuítico do século passado, não corresponde mais às necessidades do mundo atual, tampouco, ao perfil estudantil das atuais gerações. Termos a oportunidade de expor nossa expertise é a comprovação do reconhecimento de nossos pares e de que estamos no rumo certo”, expõe Ericka Vitta, Diretora do Núcleo de Educação Integrada.

No PBL, o elemento central no aprendizado é o aluno. Ele é exposto a situações motivadoras nos grupos tutoriais, em que, através dos problemas, é levado a definir objetivos de aprendizado cognitivo sobre os temas do currículo escolar. Vivências e atividades laboratoriais complementam sua formação.

Segundo Ericka Vitta, um dos fundamentos principais do Núcleo de Educação Integrada é que os educadores, na qualidade de facilitadores, devem ensinar os alunos a aprenderem, permitindo que eles busquem o conhecimento nos inúmeros meios de difusão informacional hoje disponíveis e que aprendam a utilizar e a pesquisar nestes meios. Os desafios lançados aos jovens e adolescentes (Aprendizado Baseado em Problemas) destacam o uso de um contexto para o aprendizado, promove o desenvolvimento da habilidade de trabalhar em grupo, e também, estimula o estudo individual de acordo com os interesses e o ritmo de cada estudante. Assim, o aprendizado passa a ser centrado no aluno, que sai do papel passivo para o de agente e principal responsável pelo seu aprendizado. Além disso, os educadores têm a oportunidade de conhecerem bem os estudantes e de estreitarem suas relações. Diferentemente da homogeneização do conhecimento do professor, a diversidade é o objetivo.

Compreendendo que esta postura faz sentido no mundo atual, os docentes do SENAC Americana conheceram uma série de iniciativas inovadoras e elencaram o Núcleo de Educação Integrada como uma delas.



“O mundo está mudando rapidamente e o nosso dia a dia vem sendo transformado por inovações constantes. A educação vem buscando renovar-se para acompanhar este movimento, mantendo-se alinhada com seu tempo e contribuindo com o futuro. Considerando esta realidade há dois anos temos conhecido no Estado de São Paulo instituições educacionais com formas inspiradoras de mediar o processo educacional. Já passamos pela Escola Amorim Lima em São Paulo, Projeto Âncora em Cotia, Escola Maria Pelegrina em São José do Rio Preto e entendemos que conhecer o Núcleo de Educação Integrada será uma experiência rica aos educadores do SENAC Americana”, pontua Cássia Carvalho e Castro Perobelli do Departamento de Supervisão Educacional do SENAC Americana. “Proporcionar aos docentes do SENAC Americana formas inovadoras e desenvolver nos alunos a construção da autonomia, trabalho por projeto e o protagonismo, conforme preconiza nossa Proposta Pedagógica, é o objetivo de nossa visita”, conclui.

Ericka Vitta enfatiza que apenas por meio de estudo constante e aprimoramento permanente tornar-se-á possível a sobrevivência profissional em um mundo de economia e conhecimentos globalizados. A visão holística é outro elemento que o aluno – criança, adolescente ou jovem – precisa aprender durante sua vivência escolar, assim como, a criatividade de explorar novos métodos de organização mental, construção e aquisição de saberes e compreensão das competências socioemocionais.

A Diretora do Núcleo de Educação Integrada alerta que embora essa nova educação não empenhe seus esforços na promoção de conteúdos tampouco enfoque em aprovações e testes, a educação integral do aluno, a qual implica na transversalidade das áreas de Conhecimento, das Expressivas e das Competências Socioemocionais, exige mais empenho e cobra melhores resultados. “Esta nova educação não dá espaço para alunos reprodutores, copistas ou decoradores de conteúdos. A educação participativa, do aluno protagonista, requer autodeterminação e superação de limites. A avaliação dos alunos (trans)formados por meio de métodos inovadores tem podido demonstrar que eles são mais independentes, retém por mais tempo os conhecimentos adquiridos e desenvolvem uma postura inquisitiva e de estudo permanente.

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