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Alunos do NEI se divertem com fantasias do Halloween no dia 31 de outubro.




Na última terça-feira, 31 de outubro, os alunos do Núcleo de Educação Integrada animaram as atividades escolares do NEI e os espaços da Fundação Romi com fantasias, doces e travessuras. Livres para expressarem sua imaginação e surpreenderem seus colegas de turma, a garotada não economizou na criatividade. Muitos trouxeram personagens das mais recentes séries e frisson da Internet, como a Eleven da série Stranger Things, além dos clássicos do terror como o personagem Jason Voorhees, de Sexta-Feira 13.

A origem do Halloween traz às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha por volta dos anos 600 a.C. Halloween é uma contração do termo escocês All Hallows' Eve, que significa véspera do Dia de Todos-os-Santos, data comemorativa do calendário cristão. All Hallow's Eve (Vigília de Todos os Santos).

Embora existam várias teorias sobre a origem, a mais difundida aponta para o festival celta Samhain, celebrado na Irlanda e Escócia. Acredita-se que muitas das tradições do Halloween originaram-se desse antigo festival celta da colheita, em que se comemorava a passagem do ano e o início do inverno. Esta festividade gaélica foi cristianizada pela Igreja. Com a invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 a.C.), acredita-se, acabou unindo esta cultura à latina, resultando, portanto, em três dias de festividades: Halloween (31), Todos os Santos (01) e Dia dos Mortos (02). A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para os cristãos seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor.

Contudo, hoje, ao analisar o modo como o Halloween é celebrado, fica evidente que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. Foi sendo, pouco a pouco, incorporado todo um elenco de elementos, sobretudo, advindo dos filmes e seriados mais jovens, tornando-se uma data de puro entretenimento. Ainda que sua origem tenha se dissipado, o que fica e merece ser celebrado, desprovida de preconceitos, é a cultura que permeia a festa e a diversão, atrelada a distribuição de guloseimas e boas gargalhadas.

Para a Diretora do NEI, Ericka Vitta, “embora, obviamente, repleta de diversão, o festejo do Halloween em nossa escola teve um cunho pedagógico, em especial para a Disciplina de Inglês, que coloca em pauta e debate a cultura de países anglo saxônicos. Assim como trabalhamos o Saci, a Mula sem cabeça, o Lobisomem, dentre outros, no Folclore Brasileiro, na Literatura e nos festejos populares, e também estudamos a figura do Papai Noel na cultura, originalmente, irlandesa, São Nicolau, na holandesa e tantos outros elementos do universo Fantástico, também estudamos e vivenciamos essas outras culturas, como é o Halloween”. E conclui, “vivemos num mundo globalizado e preparamos nossos alunos para conhecerem tais culturas e vivenciá-las, sem qualquer conotação religiosa ou afim, despojados de pré-conceitos, apenas sob o aspecto cultural, festivo e de conhecimento”.

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