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Publicado em 12/11/2019

Alunos do Ensino Médio do Núcleo de Educação Integrada da Fundação Romi escolhem matérias eletivas para 2020



Desde 2017, quando foi sancionada a Lei 13415/17 que estabelece mudanças para o Ensino Médio brasileiro, o Núcleo de Educação Integrada da Fundação Romi realiza estudos, de forma aprofundada, em como se adaptar da melhor maneira a nova legislação. E em 2020, inicia oficialmente essa nova, e importante, fase escolar.

As disciplinas eletivas fazem parte dos itinerários formativos que agrupam o conjunto de disciplinas, projetos, oficinas, núcleos de estudo, entre outras situações de trabalho, que os estudantes poderão escolher no ensino médio. Os itinerários formativos visam aprofundamentos na exploração de conhecimentos específicos, por Centro de interesse, que devem somar ao longo do Ensino Médio 1200 horas.

Divididos entre os eixos “ Investigação cientifica”, “ Processos criativos”, “ Mediação e intervenção sociocultural” e “ Empreenderíamos “ foram ofertadas 15 disciplinas eletivas para 2020, dentre as quais destacam-se: Educação Financeira; Gamificação , CSI Química Forense e Enigmas do ENEM. O Núcleo de Educação Integrada, reitera o protagonismo juvenil como uma ação transformadora e necessária ao futuro dos nossos alunos.

Desenvolver habilidades além daquelas oferecidas pelas disciplinas tradicionais, esse é o principal objetivo das disciplinas eletivas. “Queremos oferecer aos nossos alunos o que necessitam de melhor para seu desenvolvimento. Entendemos que estar atualizados representa uma questão de responsabilidade social de toda escola”, explica a Diretora do Núcleo de Educação integrada da Fundação Romi Ericka Vitta.

Entre os principais pontos positivos de se adotar as disciplinas eletivas no currículo escolar está a sensação de pertencimento ao ambiente escolar, principalmente na contribuição e participação

da escolha das matérias. “O espaço que os alunos convivem e interagem são fundamentais para estimular a curiosidade e despertar situações no dia a dia. A postura passiva dos estudantes no processo educativo tem sido criticada severamente nas últimas décadas por pesquisadores e estudiosos da área. Aqui no NEI reconhecemos o protagonismo do jovem, através de atuação em projetos transdisciplinares, o que favorece seu desenvolvimento e a compreensão do mundo”, finaliza Ericka.

Segundo informações do site Agência Senado, na Lei 13415/17 o currículo será dividido entre conteúdo comum e assuntos específicos de acordo com o itinerário formativo escolhido pelo estudante (linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica). Português e Matemática continuam obrigatórios nos três anos do ensino médio, assegurado, às comunidades indígenas, o ensino de línguas maternas.

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