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Publicado em 27/01/2020

Projeto do CEDOC da Fundação Romi visa a identificação de fotos que compõem o acervo



Da esquerda para direita: Sandra Edilene de Souza Barboza (CEDOC), JJ Bellani, José Forner (o Fornel) e Roberto Carlos Semmeler (o Malcher).

O Centro de Documentação Histórica – CEDOC da Fundação Romi é composto de milhares de fotografias e, dentre essas, existem mais de uma centena onde os fatos registrados, a data, o local e os fotografados não estão identificados. Para ajudar e contribuir na identificação deste material, o CEDOC deu início, na última quarta-feira, dia 22, ao projeto Revelando Memórias. Esta primeira edição contou as presenças de José Forner (Fornel), Roberto Carlos Semmeler (Malcher) e do jornalista e historiador esportivo JJ Bellani.

Durante uma tarde repleta de lembranças, e viagem ao tempo, os ex esportistas avaliaram 25 fotografias, todas ligadas ao futebol barbarense. Muitas foram totalmente identificadas, e algumas ainda restam, pouco, para estarem concluídas. “Foi uma tarde proveitosa e saudosista. Quantas lembranças e histórias foram recordadas. O trabalho do CEDOC neste projeto aprimora as descrições do acervo, deixando o mais rico”, enfatiza o superintendente da Fundação Romi Vainer Penatti.

Para o jornalista e historiador esportivo JJ Bellani, que é um pesquisador ativo da história de Santa Bárbara d’Oeste, este encontro proporcionando pelo Centro de Documentação Histórica da Fundação Romi é importante para a continuidade da preservação da história local. “Ter simplesmente fotos sem identificação, o valor não é mesmo do que fotos identificadas. Isso fixa a história e enriquece o arquivo”, comenta Bellani. “ Quando a gente acha uma foto bonita, de um momento importante da história, mas não identifica todos que estão nela, perde o valor da foto com um documento. As pessoas que participaram deste primeiro encontro conhecem muito sobre a comunidade barbarense, principalmente no meio esportivo”, finaliza.


Identificação de fotos

O CEDOC da Fundação Romi desde 2005 disponibiliza gratuitamente uma base de dados, por meio de seu site, o qual permite acesso à história da cidade a qualquer hora, de qualquer lugar, desde que haja um dispositivo para acesso à internet, seja computador, tablet ou telefone celular. No acervo, formado por mais de 400.000 documentos já estão disponíveis para pesquisa gratuita no site cdoc.fundacaoromi.org.br aproximadamente 234.000 páginas de jornais, 3.517 documentos textuais, 41.683 fotografias, 21.058 recortes de jornais, 3.620 catálogos.

O projeto Revelando Memórias terá seis edições durante o ano de 2020. A próxima será em março, com fotos ligadas à Educação. Serão convidadas, para contribuir com o projeto, pessoas que atuaram em instituições de ensino barbarense. “Com essa atividade do CEDOC as ’fotos voltam a ter vida’ uma vez que os convidados, a partir das lembranças de suas vivências, descrevem o nome dos retratados, o local e a data. Essas informações contribuem significativamente para as descrições do acervo fotográfico”, afirma a coordenadora do CEDOC Sandra Edilene de Souza Barboza.

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