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“Seríamos ousados em dizer que desejamos ser como uma música, atemporal e vivaz, pronta para ser sentida por outras gerações? Não, não seríamos. Somos a Fundação Romi, fascinados por educação e cultura e, acima de tudo, por transformar a história das pessoas.”

Esse é o último trecho de nosso mais recente vídeo institucional. Com pouco mais de três minutos, a peça resume, poeticamente, quem somos, o quê fazemos, por que e para quem fazemos. Sermos atemporal e vivaz, transformando a história de quem faz a nossa história, sintetiza nossa mais alta aspiração.

Foi com muito orgulho que celebramos os 60 anos da Fundação Romi, “Construindo o Conhecimento”. Investimos toda a nossa capacidade e dedicação favorecendo milhares de pessoas, direta e indiretamente. Somos uma instituição de educação e cultura, sem fins lucrativos, privada e com fins públicos. Um organismo vivo de aprendizado contínuo, que vem empenhando esforços para maximizar o impacto do investimento social privado em Santa Bárbara d’Oeste e região.

Nossa história e trajetória fundem-se à de Santa Bárbara d’Oeste. Participar da transformação da sociedade, sobretudo quando vemos o resultado gerado através de nossas ações, é sublime. No último ano, 2017, os principais investimentos da Fundação Romi foram aplicados em educação, economia criativa e em combate à vulnerabilidade e risco social. Foram mais de R$4.5 milhões destinados a ações e projetos que beneficiaram, diretamente, 43.907 pessoas.

Com a missão de promover o desenvolvimento social e humano através da educação e cultura, iniciamos nosso legado em 1957. Para comemorar os 60 anos da instituição, organizamos uma série de ações que preencheram nossa programação anual, impactando milhares de espectadores. Adotamos um selo comemorativo, aplicado em todas as nossas publicações; promovemos duas mostras fotográficas itinerantes, “Varal da História” e “Construindo o Conhecimento”; estruturamos nossa Linha do Tempo, ilustrando em 19 metros da parede no nosso hall, imagens que contam nossa trajetória, além de criarmos uma página dedicada em nosso portal web com conteúdos extras. E, claro, lançamos nosso vídeo institucional em um espetáculo musical no Teatro Municipal Manoel Lyra.

Estivemos também no Global Child Forum na América do Sul junto a mais de 350 líderes e influenciadores de empresas, governos, sociedade civil e universidades mundiais para conectar, colaborar e compartilhar as melhores práticas em torno de alguns dos desafios mais críticos enfrentados pelas crianças do globo.

Somado a isso, com a proposta de promover um espaço de diálogo sobre a atuação do investimento social privado (ISP) no campo cultural, assim como, fortalecer a articulação dos institutos e fundações nesse setor, também nos inserimos na Rede Temática de Cultura, dividindo espaço com as maiores organizações sociais do país para debater Políticas Nacionais de Incentivo à Cultura.

Além disso, com a mesma inspiração, nos integramos à Rede Investidores Sociais do Interior Paulista visando fortalecer o investimento social na Região Metropolitana de Campinas, em consonância com as áreas de atuação de institutos, fundações e empresas locais, estabelecendo um espaço de articulação, aprendizado e de atuação colaborativa. Não obstante, também ingressamos na Rede Temática de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, cuja proposta tem sido tramitar, tanto no universo privado quanto nas esferas do Estado, a formulação de políticas e a alocação de recursos, priorizando a redução da violência e a garantia de direitos da criança e do adolescente na esfera nacional.

Paralelamente a tudo isso, mantivemos nossas áreas estruturantes funcionando a “pleno vapor”: o atendimento de mais de 100 crianças em situação de risco e vulnerabilidade social através do Centro de Vivências do Desenvolvimento Infantil; a manutenção do Núcleo de Educação Integrada com escolarização integral de mais de 230 adolescentes; a promoção da Educação Patrimonial do Centro de Documentação Histórica, com o atendimento de mais de sete mil crianças; e, o Processamento Técnico, também do CEDOC, para guarda, preservação e disponibilização do acervo histórico à população. Por fim, a Estação Cultural, que atendeu mais de 15mil pessoas no último ano, por meio da promoção e realização de oficinas livres e de formação, além de uma série de eventos culturais.

Empenhamos, transformamos, empregamos, investimos, crescemos. Apesar do atual momento econômico brasileiro, após dois anos de uma das mais severas recessões da história, seguido da estagnação do último ano e da influência das próximas eleições na economia, estamos ampliando nossos investimentos em educação e cultura. O montante, superior às cifras empreendidas nos últimos 10 anos, vem otimizar os projetos de fomento à economia criativa, de elevação do status cultural e de ações socioeducativas da Estação Cultural, aperfeiçoar e revitalizar o espaço do Centro de Documentação Histórica, dedicado à guarda, preservação e exposição da memória de Santa Bárbara d’Oeste, além de expandir o número de vagas escolares, ampliar os níveis de ensino ofertados – do Ensino Infantil ao Médio – e reestruturar, fisicamente, o Núcleo de Educação Integrada. Aos 60 anos, reiteramos que estamos mais fortes que nunca.

Vainer Penatti
Superintendente da Fundação Romi

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